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  • “A música é o barulho que pensa.” (Victor Hugo)
  • Uma seleção especial de temas individuais; sem compromisso; direto do YouTube, no ar! Benevides Criado para destacar áudio e vídeos.

  • Como funciona: A inclusão é opcional e aleatória com a possibilidade de substituir o conteúdo ou á inserção respectivamente, apesar de algumas indicações de anúncios; não há monetização neste espaço, todo o crédito é concedido aos respectivos artistas. O foco está no entretenimento musical, então espero que qualquer comentário possa ser feito interagindo no Facebook com os amigos.

  • Uma opinião: encare o som, música; como complemento do seu silêncio a longo prazo! Às duas coisas interagem bem num espaço de tempo, o silêncio em certos momentos são uma excelente terapia para meditar. Por outro lado; a boa música por um determinado tempo, pode resultar num bem desse silêncio.
  • A música estimula o córtex cerebral, que se traduz em maior ativação do corpo. O cérebro envia sinais para nos movermos e sermos enérgicos, o que pode ser sincronizado com o exercício que estamos fazendo. Desta forma estaremos cheios de força para assumir o exercício que vier.
  • Quis escrever músicas que fizessem as pessoas sentirem-se bem. Música que ajuda e cura, porque eu acredito que a música é a voz de Deus.” (Brian Wilson)

  • Sem dúvida alguma, a melhor maneira de usar essa energia a nosso favor é procurar uma música cujo ritmo e cadência estejam sincronizados com a intensidade do exercício. Assim, a música terá a batida mais alta quando você estiver no ponto mais difícil da rotina, e cairá quando for a hora de descansar e manter o corpo aquecido.
  • A música é um elemento facilitador para a compreensão e aprendizagem do ser humano, contribuindo para melhor concentração e rendimento escolar. Especialmente na infância, estímulos musicais proporcionam desenvolvimento relacionado à capacidade de ativar o cérebro dotando-o de habilidades. A música também age sobre o corpo e mente atuando nos níveis biopsicossociais, e pode influenciar no modo como o indivíduo percebe e interage com o mundo que o cerca” Gabriela Bandeira-psicóloga em terapia cognitiva comportamental.